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História do Alviazul

13 fevereiro 2014, às 00h

1991, ano de comemorações pelo centenário de Lajeado, foi, também, um dos grandes - se não o maior - ano da história do Clube Esportivo Lajeadense. O ano, que começou complicado, com a renúncia do então presidente Lourival Machado e posse quase de emergência do grande Élio Giovanella, terminou com uma das maiores campanhas da história do Alviazul no Gauchão. Repleto de garotos, quase todos do Vale do Taquari, Depois de ficar em terceiro no Grupo B da primeira fase do Gauchão, a frente até do Grêmio, o Lajeadense terminou a segunda fase em segundo no seu grupo. Como só o campeão de cada chave avançava para a final, o Alviazul encerrou sua participação na elite naquele ano com a 4ª posição na classificação geral - a melhor campanha do clube até o ano passado. Naquele ano, no primeiro semestre - o Gauchão tradicionalmente era disputado no segundo semestre, antes da televisão tomar conta do esporte - o Lajeadense disputou também a Copa do Governador do Estado, que reuniu as 14 equipes da elite do Rio Grande do Sul. Não teve grande sucesso, acabando em 6º entre 10 clubes da primeira fase. Foi ali, porém, que nomes como Gélson VILA FÃO Conte (artilheiro do Gauchão de 1991 com 17 gols e ex-treinador do Lajeadense), Éverton Giovanella (filho de Élio, cria do Lajeadense de maior sucesso no futebol do exterior e um dos grandes responsáveis pela reabertura do clube em 2009 e integrante ativo da diretoria até hoje), e Vandeco (quase interminável no clube, tendo participado das duas grandes campanhas de 1991 e 1993, além do título da Copa Abílio dos Reis em 1998, e cujo filho, Lucas Pinna, é jogador do clube), entre outros, conseguiram galgar espaço no time principal e estabelecer os pilares que levarem o clube ao sucesso dos anos posteriores. Naquele ano, em julho, o Lajeadense ainda foi convidado para enfrentar nada menos do que a SELEÇÃO BRASILEIRA, com Neto, Romário, Alemão, Renato, entre outros, então em preparação para a Copa América. O jogo, no Beira-Rio, acabou 4x0 pros treinados de Falcão. Aquele foi um bom ano. E nada, nunca mais, superará a alegria de um domingo no Florestal.

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